Daily Archives: 04/01/2018

Todo Encantamento pelas Artes seja Revigorante

Uma visão do meu trabalho por Arlete Bistocchi

LUCIANE VALENÇA

Lu Valença foto 2

Nascida na cidade de Niterói – Rio de Janeiro, se tornou designer, artista visual e ilustradora, por paixão. Fundou junto com o seu querido irmão Carlos Valença o Atelier Valença e Arts e, há vinte anos vem desenvolvendo trabalhos na área artística onde suas pinturas são as suas “memórias da vida”; vida intensa e cheias de lacunas que vão sendo preenchidas pelas emoções.
A artista convida à todos para entrarem em seu mundo de arte!
Embora não sabemos ao certo o que uma arte possa nos causar, esperamos encontrar através do olhar alguma mensagem. Através das formas, das cores ou simbioticamente poderemos sim experimentar algumas sensações inesperadas. O bom da arte é que ela não tem regras sólidas, permitindo a qualquer pessoa ser e estar naquele momento que tornar-se-á único.

Lu
Luciane Valença é uma artista Simbiótica, com um olhar de expressões inquietantes, em busca de uma liberdade transcendente com alguns recortes de experiências passadas, símbolos de imortalidade de diversos traços espontâneos da alma.
A artista, com inovação e coragem em traços, cores e olhares tramita entre verdades e quereres sentimentais e a uma doce vontade de agarrar-se às coisas do mundo, que dia-após-dia se torna belo e também inquietante, mas sempre em busca do moderno, de um real passado ou futurista, levando consigo aquilo que vale a pena conquistar ou resgatar da alma humana. A arte é o seu eu mais intenso, que em dias ruins ou bons de alguma forma transborda.
A exposição trata das grandes intensões e tensões humanas, dos tesões da vida, da beleza e sutileza pertinentes a esse mundo real ou irreal que de tão contrastante entre o moderno e o saudosismo precisa de maior clareza àquilo que se deseja.
Oportunamente as obras se apresentam abertas para qualquer pessoa mergulhar de cabeça e quem sabe se aventurar numa Simbiose, em busca daquilo que existe e persiste solto dentro de cada um de nós, mas que não consegue se juntar ou ainda não aflorou para melhor viver.
E que todo encantamento pelas artes seja revigorante, tão questionável quanto aplausível.

Arlete Bistocchi

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