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Reflexo

Reflexo ass

Título: Reflexo

aquarela sobre papel

Luciane Valença

disponível

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Deusa do Mar

Título: ‘Tétis – deusa do mar’
aquarela e nanquim s/papel
Série: Hinos Homéricos
Luciane Valença
2017

Tétis

Entardecer

Caros, estou fazendo arte por encomenda, é só solicitar seu tema. Para facilitar o pagamento, estou aceitando cartão de crédito. Vamos em frente. Paz e Arte!

Título: Entardecer
aquarela e nanquim sobre papel
2017 © Lu Valença
Coleção Particular

entardecer

Crítica por Paulo Roberto Cecchetti

vernissage-1

Acabamos de receber a primeira crítica da Exposição Outopos. Em primeira mão pra vocês.

OUTOPOS

Irmãos de sangue. Sangram tela e papel em cores fortes. Fundam o Atelier Valença & Arts que encontram em seis anos o profundo mergulho nas artes plásticas, apesar de mundos paralelos. Elos. Ela com suas aquarelas; ele com seus grafites. Limites, não há! Carlos e Luciane Valença trazem, na exposição ‘Outopos’, o lirismo que resulta em uma arte única. Poética. Carlos, artista plástico e restaurador, formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, nos traz com traços expressivos, esboços de desenhos que nos remete ao Renascimento. Luciane, designer e ilustradora, volta suas pinceladas perceptíveis ao campo do Surrealismo, passando pela Art Noveau. Futurismo presente. Esta viagem fantástica, de uma beleza envolvente, une emoção e pisiquê ao cotidiano de suas inspirações. Exposições? Várias. Viajando no tempo temos em ‘Outopos’ a completa visualização de que o sonho abre caminhos para inserir na história da arte a parte que faltava ao conduzir este universo de realizações. #ExpoOutopos. Pronta para ser desnudada.

PRCecchetti Curador e Poeta

É só a escuridão da incerteza do amanhã

Balance ilustrada pela poesia belíssima de Carlos Eduardo Leal.

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Balance – aquarela sobre papel – ano 2016

Equilibrava-se sobre a tênue esperança guiado pela festa anterior.

Tinha a lua por companhia, mas era dela que sentia falta.

Dentro de si olhava para a lua

E pensava: Ela irá aparecer por detrás da nuvem rosa

Ela irá aparecer para me enfeitiçar

Se eu conseguir permanecer com os guizos de Arlequim

Ela virá cantando baixinho um jazz na madrugada dos meus sonhos.

Sim, ela virá depois da terceira onda deste azul que nos encobre.

Ela virá com seus olhos tristes

Então ela sorrirá porque eu beijarei a tristeza do olhar

Para que eles se abram prevendo que o frágil equilíbrio

É só a escuridão da incerteza do amanhã.

CEL/2016

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